Francine Canto Boico – Conecta Social https://conecta.social.br Sun, 26 Apr 2026 18:44:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://conecta.social.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-icone-logo-juntos-verde.png Francine Canto Boico – Conecta Social https://conecta.social.br 32 32 Estratégia Brasileira de Educação Midiática busca fortalecer competências digitais da população https://conecta.social.br/estrategia-brasileira-de-educacao-midiatica-busca-fortalecer-competencias-digitais-da-populacao/ https://conecta.social.br/estrategia-brasileira-de-educacao-midiatica-busca-fortalecer-competencias-digitais-da-populacao/#respond Thu, 16 Oct 2025 17:41:47 +0000 https://comunicasapiens.com.br/?p=27 A educação midiática tornou-se prioridade no Brasil com a implementação da Estratégia Brasileira de Educação Midiática, desenvolvida pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) por meio da Secretaria de Políticas Digitais (SPDIGI) (SECOM, 2023). A iniciativa tem como objetivo central promover o desenvolvimento de competências críticas, analíticas e criativas da população no uso de mídias digitais, visando ampliar a capacidade de interpretação, produção e compartilhamento consciente de informações.

Contexto histórico e relevância social

Segundo o documento da SECOM, a agenda de educação para a leitura crítica das mídias surgiu na segunda metade do século XX, inicialmente voltada para a compreensão de informações veiculadas em rádio, televisão e jornais impressos. Com o advento da internet, redes sociais e dispositivos móveis, a educação midiática passou a englobar também o consumo e a produção de conteúdos digitais, incorporando desafios como desinformação, manipulação de dados e segurança online.

O relatório destaca que, embora o ambiente digital possibilite maior diversidade de vozes, há uma crescente concentração de usuários em plataformas globais, controladas por grandes empresas. Este cenário evidencia a importância de políticas públicas que promovam a autonomia, o pensamento crítico e a cidadania digital da população brasileira.

A relevância social da educação midiática também se manifesta na proteção de grupos vulneráveis, como crianças, adolescentes e idosos, garantindo que tenham acesso seguro e ético às tecnologias digitais.

Público-alvo e estratégias de implementação

A Estratégia Brasileira de Educação Midiática é direcionada a diferentes faixas etárias, contemplando necessidades específicas:

  • Crianças e adolescentes: foco em alfabetização digital, segurança online, uso consciente de dispositivos e desenvolvimento de habilidades críticas para identificar informações falsas e manipulação de conteúdos.
  • Adultos: capacitação em análise de informações digitais, combate à desinformação e uso responsável de redes sociais, contribuindo para a inclusão digital e cidadania plena.
  • Idosos: estímulo à familiarização com ferramentas digitais e compreensão dos riscos e oportunidades do ambiente online.

Além disso, a Estratégia prevê o uso de inteligência artificial como ferramenta educacional, promovendo metodologias inovadoras e éticas na aprendizagem de competências digitais.

Estrutura e eixos de atuação

A SECOM definiu seis eixos principais que orientam a implementação da Estratégia:

  1. Educação midiática na educação básica: integração de conteúdos digitais aos currículos escolares, visando o desenvolvimento de competências de análise crítica e produção responsável de conteúdos.
  2. Formação de profissionais e multiplicadores: capacitação contínua de professores, educadores e agentes comunitários para aplicar metodologias de educação midiática.
  3. Parcerias com sociedade civil, academia e iniciativa privada: fortalecimento de redes colaborativas que compartilhem boas práticas e promovam inovação educacional.
  4. Campanhas educativas: iniciativas de conscientização sobre o uso responsável das mídias, desinformação e saúde digital.
  5. Uso consciente de telas por crianças e adolescentes: promoção de hábitos equilibrados de consumo digital e estímulo a práticas seguras online.
  6. Participação social: incentivo à cidadania digital e à inclusão de grupos historicamente marginalizados, garantindo acesso a ferramentas de análise crítica e participação ativa na sociedade.

Consulta pública e transparência

O desenvolvimento da Estratégia contou com ampla participação social. Durante a consulta pública realizada entre maio e junho de 2023, foram recebidas 418 contribuições de cidadãos, organizações da sociedade civil, universidades e especialistas. Segundo a SECOM, “o processo colaborativo garantiu que a Estratégia incorporasse diversidade de experiências e realidades regionais, fortalecendo sua legitimidade e eficácia”.

Impactos esperados e perspectivas futuras

A Estratégia Brasileira de Educação Midiática busca consolidar a educação digital como instrumento de transformação social. Entre os impactos previstos estão: melhoria das competências de avaliação crítica de informações, ampliação da participação cidadã digital e fortalecimento da proteção de crianças e adolescentes no ambiente online.

A SECOM prevê revisão e atualização da Estratégia em 2025, incluindo diagnósticos detalhados, novas diretrizes e avaliação das metas implementadas. O objetivo é garantir que a educação midiática contribua para a construção de uma sociedade mais crítica, consciente, democrática e preparada para os desafios do mundo digital.

Referências

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Pesquisa revela mudanças no consumo de notícias locais https://conecta.social.br/321914-pesquisa-revela-mudancas-no-consumo-de-noticias-locais/ Wed, 15 Oct 2025 17:13:50 +0000 https://conectasc.com.br/2025/10/15/321914-pesquisa-revela-mudancas-no-consumo-de-noticias-locais/ O consumo de notícias locais segue sendo um pilar essencial para a democracia e a coesão social nas cidades, mas enfrenta uma crise estrutural que ameaça sua sustentabilidade e seu vínculo com as comunidades. É o que revela o relatório “O QUE CONECTA OS PÚBLICOS AO JORNALISMO LOCAL; Hábitos, interesses, sustentabilidade, engajamento e participação em Florianópolis”, desenvolvido pelo LocalJor, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apoio da FAPESC e do CNPq.

O estudo analisou o comportamento informativo de 604 moradores de Florianópolis e revelou um retrato detalhado das transformações no ecossistema da informação local. Em meio à fragmentação das mídias e à proliferação de conteúdos nas redes sociais, a pesquisa indica que o público ainda valoriza o jornalismo profissional, embora reconheça o distanciamento crescente entre as redações e as realidades das comunidades.

Confiança e conexão com o público

Segundo o relatório, o principal desafio do jornalismo local é “buscar melhorar a conexão com as comunidades onde atua e focar em criar confiança com o público”. Apesar de 79,5% dos entrevistados considerarem jornais e jornalistas como fontes confiáveis, o estudo mostra que familiares, amigos e influenciadores digitais passaram a ocupar espaço significativo como mediadores da informação.

Essa transição reflete a necessidade de fortalecer vínculos diretos entre veículos e leitores, com pautas que traduzam o cotidiano das cidades e ampliem a percepção de pertencimento social. De acordo com o estudo, a credibilidade do jornalismo depende da capacidade de se reconectar com as pessoas e de atender suas demandas informativas locais.

Temas que movem o interesse público

A pesquisa aponta que os temas mais valorizados pelos moradores de Florianópolis são Educação (73,9%), Cidadania e Prestação de Serviços (71,1%), Meio Ambiente (70,8%), Saúde (69%), Alimentação (63,1%) e Cultura (61,7%). Esses assuntos, diretamente relacionados ao bem-estar coletivo, são também os mais citados como carentes na cobertura jornalística.

O relatório indica “falhas na cobertura já existente”, especialmente em áreas como saúde, segurança e mobilidade urbana — temas centrais para a qualidade de vida e o exercício da cidadania. A ausência dessas pautas evidencia um descompasso entre o interesse do público e as prioridades editoriais das mídias locais.

Novos hábitos de consumo de notícias

As mudanças nos meios de acesso à informação configuram outro aspecto relevante da pesquisa. As redes sociais concentram 55,3% do consumo de notícias locais, seguidas pela televisão (25,3%), portais jornalísticos (9,9%) e rádio (2,5%). O Instagram é a principal plataforma de acesso (73,3%), superando com folga os meios tradicionais.

Mais da metade dos entrevistados afirmou recorrer também a perfis não jornalísticos, como influenciadores e páginas de humor, para se informar sobre a cidade. Essa fragmentação da informação local revela uma disputa acirrada pela atenção do público e reforça a urgência de consolidar o jornalismo como referência de credibilidade e relevância social.

O que o público valoriza nas notícias

Os resultados da UFSC demonstram que os cidadãos ainda reconhecem os fundamentos do jornalismo ético e de qualidade. Entre as características mais valorizadas estão o interesse pelo tema (89,8%), a quantidade de informações suficientes (86,7%), a clareza da linguagem (82%) e a pluralidade de pontos de vista (77,8%).

A credibilidade é o atributo mais importante para os entrevistados, citada por 96,9% como fator decisivo na escolha de um veículo. O relatório destaca que “há correspondência entre o que é valorizado pelo jornalismo acerca de si e o que é valorizado pelo público, ou seja, há um entendimento compartilhado sobre o que define uma boa notícia”.

Sustentabilidade e participação cidadã

A pesquisa também chama atenção para o problema da sustentabilidade econômica. Cerca de 68% dos entrevistados afirmaram que não estão dispostos a pagar por notícias, e apenas 8,1% aceitariam contribuir financeiramente. Apesar da resistência, parte dos respondentes apoia a discussão sobre novas formas de financiamento, como taxas municipais e políticas públicas de incentivo à mídia local.

A participação cidadã é outro ponto sensível. Embora muitos desejem uma relação mais próxima com os veículos, a maioria interage apenas por meio de compartilhamentos em redes sociais. “Melhorar o envolvimento do público com o jornalismo é fundamental para garantir informação local de qualidade”, reforça o relatório.

Um novo modelo para as notícias locais

Os pesquisadores concluem que o jornalismo local atravessa uma crise múltipla — econômica, editorial e social —, mas segue sendo indispensável à democracia e à coesão comunitária. Para enfrentar os desafios, o estudo recomenda diversificar formatos, adotar linguagens mais próximas do público e criar modelos de governança colaborativa entre jornalistas e comunidades.

Nesse contexto, iniciativas regionais como o Conecta SC ilustram caminhos possíveis para o jornalismo local ao priorizar reportagens de interesse público, dando amplo espaço a temas de interesse da população como Educação, Cidadania, Meio Ambiente e Cultura, e ao incentivar o diálogo com os leitores por meio de enquetes no Instagram, fortalecendo desta forma o papel das notícias locais como instrumento de cidadania.

Conforme deixa evidenciado o relatório da UFSC, transformar o jornalismo local é também transformar as sociabilidades e redes comunitárias que sustentam a vida democrática nas cidades.

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Oscar da Influência Digital revela finalistas da edição 2025 https://conecta.social.br/322085-oscar-da-influencia-digital-revela-finalistas-da-edicao-2025/ Wed, 15 Oct 2025 13:18:07 +0000 https://conectasc.com.br/2025/10/15/322085-oscar-da-influencia-digital-revela-finalistas-da-edicao-2025/ O Prêmio Influency.me, considerado “Oscar da Influência Digital” no Brasil, anuncia os criadores que avançam para a fase final da premiação. Em 16 categorias, foram classificados pelo público os três principais influenciadores, que agora seguem para votação popular.

A votação já está aberta. Os escolhidos pelo público serão divulgados em evento de premiação, que acontecerá em 13 de novembro, na capital paulista. Haverá transmissão pelo YouTube da Influency.me.

Além dos indicados que ocupam pela primeira vez essa cadeira, como Thiago Nigro | O Primo Rico (9.6 milhões de seguidores) e Mari Menezes (5.2 milhões de seguidores), outros nomes já são frequentes na premiação, como Erick Jacquin (3.8 milhões de seguidores) e Peter Jordan – Ei Nerd (3.4 milhões de seguidores).

“Essa pluralidade de perfis demonstra que o papel do influenciador vem crescendo e que a profissão pode ser de longo prazo para aqueles que buscam a profissionalização e a produção de conteúdo de qualidade. É uma honra para nós premiarmos os principais criadores do país, escolhidos com apoio do público, e esperamos que o evento seja uma ótima oportunidade para networking entre os influenciadores”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Os finalistas estão abaixo. Para votar, o site está disponível aqui.

Arte e Cultura

 

Beleza

Conhecimento, Ciência e Educação

 

DIY

Entretenimento e variedades

Família

 

Fitness e esporte

Games

 

Gastronomia

Humor

Lifestyle

Moda

Finanças

Tecnologia

Teen

Viagem

 

Sobre a Influency.me

Lançada em 2018, a Influency.me  é especializada em Marketing de Influência. Com foco em alta performance, oferece soluções para marcas que desejam impulsionar seus resultados por meio da contratação de influenciadores digitais, conforme abaixo.

  • Influency.me Studio: plataforma para gestão de campanhas com influenciadores digitais. Com mais de 8 milhões de influenciadores registrados, auxilia marcas e agências a recrutarem influenciadores, executar e monitorar campanhas de forma a maximizar seus resultados;
  • Influency.me House: agência de influencer marketing, que conta com time especialista na gestão completa de campanhas para empresas de todos os portes e segmentos seguindo processos e metodologias que também apoiam marcas a maximizar seus resultados;
  • Influency.me Stars: agência de talentos da Influency.me. Conta com casting exclusivo de influenciadores digitais, selecionados mediante entrega de resultados excepcionais às marcas.

Nos últimos cinco anos, a empresa cresceu mais de 200%, finalizando 2024 com faturamento superior a R$ 11 milhões.

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O que fazer quando receber um contato indesejado via WhatsApp de alguém que pegou seu número em um grupo? https://conecta.social.br/o-que-fazer-quando-receber-um-contato-indesejado-via-whatsapp-de-alguem-que-pegou-seu-numero-em-um-grupo/ Fri, 10 Oct 2025 17:46:49 +0000 https://conectasc.com.br/?p=114399 Participar de grupos no WhatsApp é algo comum no dia a dia — seja para trabalho, estudos, comunidades locais ou eventos. Mas e quando alguém do grupo decide mandar mensagem privada sem sua permissão? Essa situação é mais comum do que parece e pode gerar desconforto. A boa notícia é que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) garante seus direitos de privacidade, mesmo dentro do aplicativo.


O SEU NÚMERO É UM DADO PESSOAL PROTEGIDO PELA LEI

Muita gente não sabe, mas o número de telefone é considerado dado pessoal pela legislação brasileira. Isso significa que ele não pode ser utilizado para outras finalidades sem o seu consentimento.

Estar em um grupo do WhatsApp não dá permissão automática para contato direto. Se alguém usa seu número para iniciar uma conversa privada — especialmente para fins comerciais, políticos ou insistentes — isso pode caracterizar uso indevido de dados pessoais, conforme a LGPD.


QUANDO O CONTATO SE TORNA INDEVIDO OU ABUSIVO

O contato é considerado indevido ou até ilegal quando:

  • A pessoa nunca autorizou a conversa privada;

  • A abordagem tem tom de venda, cobrança, assédio ou insistência;

  • O grupo tinha finalidade específica (como trabalho, curso ou comunidade institucional);

  • O contato causa desconforto, constrangimento ou perturbação.

Nessas situações, o melhor caminho é não responder e usar os recursos de segurança do próprio aplicativo.


COMO REAGIR A UM CONTATO INDESEJADO VIA WHATSAPP

  1. Bloqueie o número imediatamente.
    No WhatsApp, vá em Mais > Bloquear contato. Assim, a pessoa não poderá mais te enviar mensagens nem ver sua foto de perfil.

  2. Denuncie o contato.
    O aplicativo permite denunciar mensagens como spam, assédio ou comportamento inadequado, ajudando a evitar que outras pessoas passem pela mesma situação.

  3. Evite compartilhar dados pessoais.
    Nunca envie informações como endereço, e-mail, CPF ou documentos a desconhecidos.

  4. Alerte o administrador do grupo.
    Caso o grupo tenha uma gestão clara (como um curso ou evento), informe o administrador sobre o comportamento indevido.

  5. Em casos graves, registre ocorrência.
    Se houver insistência, assédio ou ameaças, é possível fazer um boletim de ocorrência. O artigo 65 do Código Penal protege o cidadão contra a perturbação da tranquilidade.


QUANDO O CONTATO PODE SER ACEITÁVEL

Nem todo contato fora do grupo é negativo. Às vezes, pode haver interesse legítimo e uma abordagem respeitosa.
Por exemplo: “Oi, vi que você comentou sobre o evento no grupo, posso te mandar o link?” — nesse caso, há uma justificativa direta e clara. Ainda assim, o ideal é pedir permissão antes de iniciar a conversa privada.


COMO EVITAR QUE ISSO ACONTEÇA NOVAMENTE

  • Ajuste suas configurações de privacidade no WhatsApp para restringir quem pode ver sua foto, status e informações pessoais.

  • Participe apenas de grupos confiáveis, com regras claras e administradores ativos.

  • Desconfie de contatos que pedem dados pessoais ou fazem ofertas inesperadas.

Essas pequenas medidas ajudam a proteger sua privacidade e evitam incômodos futuros.


PRIVACIDADE DIGITAL É UM DIREITO

Receber mensagens indesejadas é algo que ninguém é obrigado a tolerar. A LGPD existe justamente para garantir que o uso de dados pessoais seja responsável e consentido. Se alguém pegou seu número em um grupo e te enviou mensagens sem autorização, você tem o direito de bloquear, denunciar e exigir respeito à sua privacidade.

Em tempos de hiperconexão, proteger seus dados é também proteger sua tranquilidade.

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Tendências de marketing para 2026 destacam a importância da conexão autêntica com clientes https://conecta.social.br/tendencias-de-marketing-para-2026conexao-autentica-com-clientes/ Sun, 28 Sep 2025 11:35:17 +0000 https://conectasc.com.br/?p=112232 As tendências de marketing para 2026 apontam para uma transformação significativa no relacionamento entre marcas e consumidores, segundo análise de Sabrina Isabela da Rosa, CEO da Agência Fever. A especialista destaca que o próximo ano será marcado por uma mudança de foco: menos venda direta e mais conexão autêntica com o público.

NOVO CENÁRIO DO MARKETING

De acordo com Sabrina, o marketing contemporâneo não se resume a anúncios ou publicações em redes sociais. A dinâmica de mercado exige estratégias centradas em pertencimento e autenticidade. “O caminho é ‘vender sem vender’. As pessoas não querem que você force produtos ou serviços, querem fazer parte do seu universo. A essência do novo marketing é menos venda direta e mais conexão autêntica”, afirma.

A Agência Fever, fundada em 2015, atua no Brasil e no exterior com foco no marketing médico. A empresa reúne uma equipe multidisciplinar formada por jornalistas, publicitários e designers, consolidando-se como referência na criação de posicionamentos estratégicos e elegantes. Ao longo de quase uma década de atuação, a Fever ajudou profissionais da saúde a fortalecer vínculos duradouros com seus pacientes, unindo criatividade, ética e resultados consistentes.

COMUNIDADES ENGAJADAS

Uma das principais apostas para 2026 é o fortalecimento de comunidades em torno de valores e estilos de vida. Sabrina observa que não basta conquistar clientes; é necessário criar grupos participativos que se identifiquem com a marca. Iniciativas como newsletters, canais de interação em plataformas digitais e eventos presenciais reforçam vínculos e estimulam recomendações orgânicas.

EXPERIÊNCIA COMO DIFERENCIAL

O marketing de experiência também figura entre os destaques. A criação de vivências memoráveis dentro e fora do ambiente de atendimento deve se consolidar como fator de fidelização. “O que faz o paciente lembrar de você não é apenas o tratamento, mas a experiência de cuidado e atenção que ele recebe”, explica a CEO. Essa abordagem amplia a confiança e o valor percebido dos serviços prestados.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO ALIADA

Outra tendência relevante é a utilização estratégica da inteligência artificial. Ferramentas como ChatGPT e Claude auxiliam na análise de dados e na automação de processos, mas não substituem o fator humano. “Você vai precisar de alguém que saiba comandar a ferramenta. A IA depende do conhecimento e da estratégia de quem está do outro lado”, pontua Sabrina. A tecnologia, portanto, atua como apoio, sem eliminar a necessidade de personalização.

AUTENTICIDADE E POSICIONAMENTO

Para 2026, a autenticidade continuará a ser determinante para diferenciação no mercado. Sabrina enfatiza que o posicionamento precisa manter coerência e sofisticação. “Não nos deixamos levar por qualquer tendência ou ferramenta que promete resultados rápidos. Nosso foco é entregar um posicionamento elegante, alinhado à essência do cliente, capaz de atrair os pacientes certos”, afirma.

IMPACTO AMPLIADO

Embora a Fever atue prioritariamente no segmento médico, a empresária ressalta que as tendências mapeadas têm aplicabilidade em diferentes áreas. O marketing do futuro, segundo ela, será avaliado não apenas pela visibilidade conquistada, mas pelo engajamento, pela qualidade da experiência oferecida e pela transformação de clientes em embaixadores das marcas.

 

]]> Vídeos de deepfake são um dos maiores desafios sociais da atualidade https://conecta.social.br/videos-de-deepfake-sao-um-dos-maiores-desafios-sociais-da-atualidade/ Sat, 27 Sep 2025 11:45:46 +0000 https://conectasc.com.br/?p=112166 Os vídeos de deepfake têm se consolidado como um dos maiores desafios sociais da atualidade. Produzidos por meio de inteligência artificial (IA), esses conteúdos manipulados combinam realismo visual e sonoro a ponto de dificultar a distinção entre o que é verdadeiro e o que é fabricado. Especialistas alertam que a expansão desse fenômeno traz riscos para a confiança pública, para os processos democráticos e para a preservação da memória coletiva.

O que são vídeos de deepfake

O termo “deepfake” resulta da junção das palavras deep learning (aprendizado profundo) e fake (falso). Ele se refere a vídeos manipulados com uso de técnicas avançadas de inteligência artificial que permitem substituir rostos, vozes e até gestos de pessoas reais por representações artificiais quase indistinguíveis.

De acordo com o Brookings Institution, essa tecnologia pode ser empregada de forma legítima, como em produções audiovisuais e entretenimento, mas também pode ser utilizada de maneira maliciosa, com finalidades políticas, econômicas ou criminosas. O crescimento desse recurso tem ampliado os debates sobre autenticidade digital e segurança da informação em escala global.

Avanço tecnológico e contexto atual

De acordo com reportagem do Cinco Días (El País), ferramentas de deepfake em tempo real já conseguem imitar voz e imagem de indivíduos durante videoconferências, viabilizando fraudes milionárias. Em um caso ocorrido no Reino Unido, perdas ultrapassaram 35 milhões de dólares. Projeções da TechRadar indicam que
que deepfakes de IA causarão US$ 40 bilhões em perdas até 2027.

Memória coletiva e percepção da realidade

Um estudo publicado no repositório acadêmico arXiv por Pataranutaporn e colaboradores demonstrou que vídeos de deepfake e imagens manipuladas por IA aumentam em até 2,05 vezes a formação de memórias falsas em comparação a conteúdos originais. Os participantes também relataram maior confiança nessas lembranças incorretas, o que revela um risco significativo para a preservação da memória coletiva.

Desinformação, reputação e democracia

Pesquisas conduzidas pela professora Viorela Dan e divulgadas na revista Journalism & Mass Communication Quarterly concluíram que vídeos de deepfake e “cheapfakes” provocaram danos substanciais à reputação de um político inocente. A investigação também apontou que abordagens jornalísticas com checagem aprofundada reduzem esses impactos.

Outro efeito identificado por especialistas é o chamado “dividendo do mentiroso”, no qual fatos reais são desacreditados como falsos. O conceito foi discutido em análises da TechRadar e do portal científico Phys.org.

Crimes digitais e impacto econômico

Casos documentados pelo Phys.org e pela consultoria MEA Integrity mostram que vídeos de deepfake têm sido utilizados em extorsões, seja por manipulação audiovisual em chamadas de vídeo, seja por clonagem de voz em fraudes corporativas. Tais episódios reforçam a necessidade de protocolos mais robustos de autenticação digital e de segurança cibernética.

Riscos psicológicos e sociais

A pesquisadora Joanna Bryson alerta que a disseminação de vídeos hiper-realistas pode comprometer a capacidade de diferenciar realidade e ficção, agravando o fenômeno da pós-verdade. O Serviço Canadense de Inteligência de Segurança acrescenta que esse tipo de manipulação pode ser explorado em campanhas coordenadas de desinformação, com consequências sociais duradouras.

Medidas regulatórias e responsabilidade

Relatório da União Internacional de Telecomunicações recomenda a adoção de marcas d’água digitais e padrões globais para autenticação de conteúdos audiovisuais.

O Parlamento Europeu também propôs punições rigorosas contra falsificações digitais maliciosas, enquanto no Reino Unido a pressão por regulamentação cresceu após golpes publicitários envolvendo deepfakes, de acordo com reportagem do The Guardian.

O impacto crescente dos vídeos de deepfake na sociedade

Os vídeos de deepfake representam um marco tecnológico que ultrapassa o entretenimento e impacta diretamente a confiança pública, a integridade da informação e a segurança digital. Especialistas apontam que a combinação entre regulação, desenvolvimento de ferramentas de detecção, educação midiática e padrões de transparência é a estratégia mais eficaz para enfrentar os riscos e preservar a autenticidade das informações em circulação.

 

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Previdência Social implementa a obrigatoriedade da linguagem simples no atendimento ao cidadão https://conecta.social.br/previdencia-social-implementa-a-obrigatoriedade-da-linguagem-simples-no-atendimento-ao-cidadao/ Tue, 02 Sep 2025 23:29:29 +0000 https://conectasc.com.br/?p=108007 A obrigatoriedade da linguagem simples passa a ser uma exigência oficial em todos os órgãos e entidades vinculados à Previdência Social, conforme a Portaria nº 1.725 assinada pelo ministro Wolney Queiroz, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (1º/9). A medida aplica-se a cartas, notificações, páginas eletrônicas, aplicativos, manuais, formulários, materiais informativos e respostas a demandas.

COMUNICAÇÃO ACESSÍVEL PARA TODOS

O objetivo da iniciativa é garantir que o maior número possível de cidadãos compreenda com clareza os atos do Ministério, com atenção especial a idosos, pessoas com deficiência e indivíduos com baixa escolaridade. Segundo o ministro Wolney Queiroz, “Hoje realizamos um sonho: tornar a Previdência Social mais próxima, clara e acessível para cada brasileiro e brasileira. Nossa missão é cuidar de pessoas. Quando falamos a língua do povo, a Previdência cumpre ainda melhor o seu sobrenome: ser Social”.

PLANOS DE AÇÃO E CAPACITAÇÃO

Nos próximos 30 dias, cada secretaria e entidade vinculada deverá apresentar ao gabinete do ministro um plano de ação detalhado, incluindo cronograma de implementação e a indicação dos responsáveis pelo cumprimento da norma. Além disso, o Ministério promoverá eventos de capacitação e disponibilizará materiais de apoio aos servidores, visando a correta aplicação da linguagem simplificada.

LINGUAGEM SIMPLES COMO INSTRUMENTO DE JUSTIÇA SOCIAL

A Previdência Social administra atualmente mais de 40 milhões de benefícios mensais e está presente na vida de cerca de 100 milhões de brasileiros. Com a implementação da obrigatoriedade da linguagem simples, a comunicação deixa de ser apenas um meio informativo e passa a atuar como instrumento de inclusão e justiça social, reforçando o compromisso do Ministério em atender a população de forma transparente e compreensível.

Com informações da Agência GOV

 

 

 

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TV 3.0 visa transformar a televisão aberta em um modelo interativo e conectado https://conecta.social.br/tv-3-0/ Thu, 28 Aug 2025 14:03:57 +0000 https://conectasc.com.br/?p=106297 A TV 3.0 foi oficialmente implementada no Brasil com a assinatura de um decreto presidencial nesta quarta-feira (27), em cerimônia realizada no Palácio do Planalto. O ato, conduzido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representa a transição da televisão digital para uma nova geração tecnológica que promete transformar a experiência de milhões de brasileiros com a TV aberta e gratuita.

Decreto presidencial coloca a TV 3.0 como prioridade na agenda digital do país
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A solenidade contou com a presença de representantes das principais emissoras do país, além de autoridades do setor público de comunicação. O lançamento foi considerado estratégico tanto para o fortalecimento da radiodifusão quanto para a soberania tecnológica nacional.

AGENDA TECNOLÓGICA E SOBERANIA DIGITAL

Durante o evento, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, destacou que a adoção da TV 3.0 é também uma questão de soberania. O Brasil será o primeiro país das Américas a implantar oficialmente o novo modelo.

“Esse decreto representa o que vai ser a nossa visão de futuro sobre a agenda digital e tecnológica, com abertura, cooperação e soberania. Aliás, a soberania hoje é um grande tema que une todo o país. Não só a soberania, mas soberania digital. Tudo tem a ver com a TV digital que está sendo implementada agora”, declarou o ministro.

O governo prevê que a TV 3.0 esteja plenamente disponível em junho de 2026, coincidindo com a realização da próxima Copa do Mundo. O cronograma prevê uma implementação gradual, semelhante ao processo de migração da TV analógica para a digital.

CONTINUIDADE HISTÓRICA NA TELEVISÃO DIGITAL

Representantes de entidades e emissoras de televisão enfatizaram que a implantação da TV digital no Brasil também foi realizada em mandato anterior de Lula, reforçando a continuidade de uma política pública voltada à inovação na comunicação.

O presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), André Basbaum, ressaltou a relevância da decisão para o sistema público de mídia:

“Com o decreto, o presidente Lula garante a visibilidade da TV Brasil e de todo sistema público de comunicação dentro da nova TV digital 3.0. Também estará disponível para toda a sociedade o Canal Gov com informações sobre serviços públicos para todos os cidadãos”, afirmou Basbaum.

TV 3.0 COMO MOTOR DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

Raymundo Barros, diretor de Estratégia de Tecnologia da Globo e presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD), destacou que o novo modelo amplia o papel da radiodifusão.

“A TV 3.0 representa mais do que uma evolução tecnológica. Ela simboliza a renovação de um compromisso histórico da radiodifusão com a informação, a cultura e a ética”, afirmou.

Segundo ele, o impacto social será direto:

“O maior beneficiado disso é a sociedade brasileira, que ganhará uma experiência de muito mais qualidade, enquanto continua a ter acesso amplo e gratuito a conteúdos que informam, educam e emocionam”, completou.

A TELEVISÃO DO FUTURO

Denominada como “televisão do futuro”, a TV 3.0 promete integrar a transmissão convencional de áudio e vídeo (broadcast) com recursos de conectividade via internet (broadband). Essa combinação permitirá experiências interativas inéditas.

Entre as funcionalidades previstas, estão aplicativos que possibilitarão ao espectador interagir com parte da programação, acessar conteúdos extras e até realizar compras diretamente pela tela do televisor. Para as emissoras, a mudança abre novas possibilidades de geração de receitas e de relacionamento com o público.

Outra inovação é a tela inicial dos aparelhos compatíveis com a TV 3.0. Diferentemente do que ocorre atualmente com as SmartTVs, em que aplicativos de serviços sob demanda têm prioridade, os novos televisores trarão como destaque inicial o catálogo de canais abertos. A mudança é vista como estratégica para dar maior visibilidade às emissoras de radiodifusão, preservando o caráter gratuito e acessível do serviço.

EXPERIÊNCIA PERSONALIZADA E INTERATIVA

O modelo baseado em aplicativos permitirá às emissoras oferecer, além da programação linear já transmitida, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, programas exclusivos e até transmissões especiais. A interação será ampliada, tornando a televisão aberta mais próxima dos hábitos digitais atuais da população.

A migração será gradual, priorizando as grandes cidades em um primeiro momento, de maneira semelhante ao processo de implementação da TV digital iniciada em 2007.

PADRÃO TECNOLÓGICO ADOTADO

O Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD), responsável por indicar as diretrizes técnicas, recomendou a adoção do sistema ATSC 3.0 (Advanced Television Systems Committee), padrão internacional que garante maior qualidade de som e imagem, além de maior eficiência de transmissão.

O sistema permitirá imagens em altíssima definição (4K e até 8K), áudio imersivo, menor tempo de latência e estabilidade de sinal mesmo em dispositivos móveis. Essas características tornam a TV 3.0 compatível com as exigências do consumo audiovisual contemporâneo.

IMPACTOS NO MERCADO E NA SOCIEDADE

A chegada da TV 3.0 tem potencial de alterar a lógica da indústria de radiodifusão e streaming no Brasil. As emissoras poderão explorar novos formatos de publicidade interativa, ofertar conteúdos personalizados e competir de maneira mais equilibrada com as grandes plataformas digitais.

Para a população, o acesso a conteúdos gratuitos em alta qualidade reforça o papel da TV aberta como um dos principais meios de informação, cultura e entretenimento. Estima-se que o Brasil tenha atualmente mais de 200 milhões de aparelhos de televisão em funcionamento, o que dá dimensão da relevância social da medida.

UM NOVO ECOSSISTEMA DE COMUNICAÇÃO

Especialistas apontam que a TV 3.0 não deve ser vista apenas como uma atualização técnica, mas como a criação de um novo ecossistema de comunicação. A combinação de broadcast com broadband possibilitará experiências convergentes entre televisão, internet e serviços digitais.

Esse modelo poderá abrir caminho para políticas públicas mais eficazes de comunicação social, fortalecer a indústria criativa e ampliar o acesso da população a conteúdos de qualidade, de forma inclusiva e democrática.

DESAFIOS A SEREM ENFRENTADOS

Apesar do otimismo, a transição também traz desafios. A substituição gradual dos aparelhos exigirá campanhas de esclarecimento e políticas de incentivo. Além disso, será necessário garantir que a cobertura chegue a todas as regiões do país, evitando desigualdades no acesso.

Outro ponto de atenção é a regulação do novo ambiente digital, especialmente no que se refere à publicidade interativa e à proteção de dados dos usuários.

Com informações da Agência Brasil

 

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Relatório comprova a relevância das notícias locais em 2025 https://conecta.social.br/319531-relatorio-comprova-a-relevancia-das-noticias-locais-em-2025/ Fri, 22 Aug 2025 21:27:13 +0000 https://conectasc.com.br/2025/08/22/319531-relatorio-comprova-a-relevancia-das-noticias-locais-em-2025/ O Digital News Report 2025, do Reuters Institute, revela que o jornalismo local segue desempenhando papel essencial para comunidades em todo o mundo, mesmo diante do avanço das plataformas digitais. O estudo mostra que os usuários recorrem a redes sociais e mecanismos de busca para informações práticas, como serviços, comércio e atividades comunitárias, mas continuam valorizando veículos regionais em coberturas de política local, eventos ao vivo e notícias exclusivas.

Segundo a pesquisa, as plataformas digitais têm superado os veículos de notícias tradicionais em buscas sobre compra e venda locais, reforçando a perda de espaço das mídias tradicionais em áreas de utilidade prática. Ainda assim, o documento aponta que o jornalismo local mantém um diferencial competitivo ao oferecer apuração rigorosa em temas de interesse público, que dificilmente encontram a mesma profundidade em redes sociais ou aplicativos de classificados digitais.

Mudanças no consumo de notícias

Nos últimos anos, o comportamento do público em relação às notícias mudou de forma estrutural. Segundo o The Guardian, o relatório da Reuters também demonstrou que, em 2025, o acesso às informações pelas mídias sociais superou pela primeira vez a televisão nos EUA. Essa tendência reflete uma migração global do consumo de notícias para plataformas de distribuição rápida, principalmente entre os mais jovens, conforme reforçou o iMEdD. De acordo com o documento, a influência de criadores de conteúdo e influenciadores digitais é crescente, entretanto, eles são frequentemente citados como principais fontes de desinformação, ao lado de atores políticos. Diante deste contexto, mesmo com a mudança gerada pela popularização das redes sociais, o Digital News Report 2025, conforme destaca o site MediaTalks, mostra que a confiança nas notícias se mantém estável, em torno de 40% mundialmente.

Como mídias locais podem se fortalecer

O relatório do Instituto Reuters sugere que, para permanecerem relevantes, as mídias locais adotem estratégias multifacetadas:

  • Investir em modelos de assinatura e programas comunitários para fortalecer vínculos com o público;
  • Diversificar fontes de receita, explorando newsletters premium, eventos pagos e parcerias;
  • Reestruturar redações, capacitando equipes para produzir conteúdo multiplataforma e utilizar tecnologias que otimizem a produção e distribuição;
  • Focar em cobertura local relevante, alinhada às necessidades da comunidade;
  • Utilizar tecnologias emergentes, como inteligência artificial e automação, para personalização e eficiência;
  • Fortalecer a confiança do público por meio de transparência editorial, verificação rigorosa de fatos e engajamento contínuo.


Exemplo da relevância das notícias locais

Um exemplo de como a relevância do jornalismo local continua evidente é a própria forma como grandes plataformas priorizam esse tipo de conteúdo. Google Notícias e Google Discover utilizam indicações geográficas para exibir matérias de acordo com a localização do usuário, reforçando a importância da produção jornalística regionalizada no ecossistema digital.

O caso do Conecta SC

No Brasil, iniciativas como o Portal Conecta SC ilustram a importância crescente da mídia local. Com sede na Grande Florianópolis, o portal dedica-se à cobertura das principais notícias de Santa Catarina, além de cobrir pautas estaduais e nacionais de interesse dos catarinenses.

Conforme explica Francine Canto, editora-chefe do portal: “Ao apostar na soma entre o jornalismo regional e o jornalismo profissional, o veículo fortalece a confiança e a proximidade com o público, alinhando-se à tendência apontada pelo relatório”.

Jornalismo local: indispensável e estratégico

O Digital News Report 2025 demonstra que o jornalismo local permanece indispensável em meio a um cenário fragmentado e dominado por algoritmos. Ao aliar a criação de conteúdos relevantes, formatos digitais atrativos e estratégias de distribuição direta, os veículos regionais não apenas podem resistir à concorrência das plataformas, mas também reafirmar seu papel como fontes confiáveis de informação e agentes de coesão comunitária.

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WordPress domina 43% dos sites em 2025 e blogs seguem fortes https://conecta.social.br/309633-wordpress-domina-43-dos-sites-em-2025-e-blogs-seguem-fortes/ Fri, 22 Aug 2025 16:02:12 +0000 https://conectasc.com.br/2025/08/22/309633-wordpress-domina-43-dos-sites-em-2025-e-blogs-seguem-fortes/ Um levantamento do W3Techs, atualizado em julho de 2025, aponta que o WordPress está presente em mais de 43% de todos os sites ativos e detém 60,8% do mercado global de CMS. Para quem deseja aproveitar esse potencial, aprender como criar um blog pode ser o primeiro passo para entrar nesse mercado.

Segundo o Webtribunal, aproximadamente um terço dos sites no mundo são blogs, evidenciando a relevância do formato e o interesse contínuo por conteúdo textual, mesmo com a predominância de vídeos e redes sociais no consumo digital.

A evolução e adaptação dos blogs ao cenário digital

A ascensão das redes sociais, especialmente as focadas em imagens e vídeos curtos, gerou a percepção de que os blogs perderam relevância nas principais tendências digitais. Segundo estudo da RD Station, o Instagram é usado regularmente por cerca de 88% dos profissionais de marketing.

Dados do Master Blogging (2025) mostram que mais de 600 milhões de blogs estão ativos entre cerca de 1,9 bilhão de sites, com 7,5 milhões de publicações diárias, evidenciando a vitalidade e o dinamismo desse formato no cenário digital.

Mudanças no comportamento digital e a busca por informações confiáveis

Apesar da popularidade do vídeo, a saturação desse formato impulsiona a busca por fontes organizadas e verificadas. Segundo o mesmo relatório do Master Blogging, 83% dos consumidores confiam em postagens de blogs ao buscar recomendações de produtos, reforçando o papel desses canais como alternativa para quem busca conteúdo aprofundado e confiável.

Mesmo com a diversificação dos formatos digitais, o blog segue como ferramenta versátil, utilizada para divulgação de notícias, produção de análises e publicação de conteúdos especializados. O Master Blogging aponta que 91% das empresas B2B empregam marketing de conteúdo, principalmente por meio de posts de blog, para promover suas marcas.

A inteligência artificial como aliada na produção de conteúdo

A produção de conteúdo já conta amplamente com apoio de inteligência artificial. Segundo pesquisa da HostGator com pequenos empresários, 46% dos entrevistados no Brasil utilizam IA com frequência, especialmente para criação de conteúdo. De acordo com o Master Blogging, 80% dos blogueiros também já adotaram a tecnologia. O processo é facilitado, pois já é possível criar um site com inteligência artificial de forma rápida, automatizando boa parte da configuração e personalização.

Esses números de adoção do WordPress demonstram que os blogs seguem como um formato relevante e tendem a manter um papel estratégico no ecossistema digital nos próximos anos.

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